Hey guys!
I'm very happy today! I've been going through lots of problems with work and marriage, but then, this weekend I realized that no matter what happens or what we do, the most important thing is to live our lives with the most of us, and be fullfilled with joy!
So, i choose to be happy =)
Some pics of me and my siss, my new tattoo and my funny faces!






I'm very happy today! I've been going through lots of problems with work and marriage, but then, this weekend I realized that no matter what happens or what we do, the most important thing is to live our lives with the most of us, and be fullfilled with joy!
So, i choose to be happy =)
Some pics of me and my siss, my new tattoo and my funny faces!



Hey guys!!
How are you?? Hope all ok!
So I decided to follow an old dream of mine.. Above getting naked on the internet lol
I wanna be a Dance Coreographer.. I started dance classes 3 weeks ago, so I've been very busy with work, study and all.. And I may try to get accepted at Dance College.. A lot of practise and study to do..
So.. I had some problems witth my second photoset, Not sure i'll be sending it.. But, i found this great great friend, and awesome photographer Rigonatti and we did a amasing set at and old and second hand furniture store.. And we will be doing more sets soon!!!
Here is a sneak pic! Already uploaded the pics, now lets wait and see!


How are you?? Hope all ok!
So I decided to follow an old dream of mine.. Above getting naked on the internet lol
I wanna be a Dance Coreographer.. I started dance classes 3 weeks ago, so I've been very busy with work, study and all.. And I may try to get accepted at Dance College.. A lot of practise and study to do..
So.. I had some problems witth my second photoset, Not sure i'll be sending it.. But, i found this great great friend, and awesome photographer Rigonatti and we did a amasing set at and old and second hand furniture store.. And we will be doing more sets soon!!!
Here is a sneak pic! Already uploaded the pics, now lets wait and see!

Today I knew about a stupid law a Brazilian City wants to stablish.. We have a law about driving and drinking.. The governor want to puts a law about smoking MJ and driving... But smoking isnt even legal here!! So WTF...
Is like saing that " You cant kill anyone because it is a crime. But if you decide to do so, please dont drive while doing it.."
Anyway, if the law passes, it will be good.. I mean, it will show people that a person who smokes and drives dont go around killing people in accidents.. WHat may happen if you are really stonned is that you wont be able to turn on the engine, and you will start laughing..!
So... "DONT SMOKE AND DRIVE... IT IS HUMILIATING"
And to go on with..
SMOKE AND WRITE A SONG


Is like saing that " You cant kill anyone because it is a crime. But if you decide to do so, please dont drive while doing it.."
Anyway, if the law passes, it will be good.. I mean, it will show people that a person who smokes and drives dont go around killing people in accidents.. WHat may happen if you are really stonned is that you wont be able to turn on the engine, and you will start laughing..!
So... "DONT SMOKE AND DRIVE... IT IS HUMILIATING"
And to go on with..
SMOKE AND WRITE A SONG

Hey everyone!!
I think it will be nice to give you a little sneak peak on my latest set "Soul Alight"


Inspired by Muse - Supermassive Black Hole, while shooting!
Hope you are all enjoying Carnival, here at Rio is crazy!!! I took today to chill-out, but tomorrow I'm back at the crazzyness..!
Yesterday i went to this really cool shows, a Jazz Festival and a Brazilian Rocker "Raul Seixas" tribute show..! Very cool indeed! Later on i was starving to eat some junk-food, and drink some beers!
And of course, today I saw the new episode of The Walking Dead..!
I looooooved it! Now have to wait again until next week!
See ya
Xoxoxo
I think it will be nice to give you a little sneak peak on my latest set "Soul Alight"

Inspired by Muse - Supermassive Black Hole, while shooting!
Hope you are all enjoying Carnival, here at Rio is crazy!!! I took today to chill-out, but tomorrow I'm back at the crazzyness..!
Yesterday i went to this really cool shows, a Jazz Festival and a Brazilian Rocker "Raul Seixas" tribute show..! Very cool indeed! Later on i was starving to eat some junk-food, and drink some beers!
And of course, today I saw the new episode of The Walking Dead..!
See ya
Xoxoxo
Hey guys! 
Sorry I ve been away for a while..! I was having some personal issues, but now I've got myself a photografer and I can sense some more sets coming up!!
I've been taking piano classes and doing compositions.. I've been also writing some erotic songs...
For my Brazilian friends I'll post one here!!
And two pretty instagram pics also!




B.O.P.E
(*NA: Os personagens presentes nesse texto são fictícios, porém inspirados em pessoas que eu conheci. Texto escrito à pedidos de uma amiga, que tinha fantasias eróticos com esses homens de farda. Não liguem para a simplicidade do texto, é um daqueles casos que a escrita rebuscada estragaria o 'clima')
Marcelo sabia que estava à trabalho. Nada poderia fazer. Ou melhor, nada deveria fazer. Mas aquela menina tirava-o de si. Sim, apenas uma menina conseguiu fazer o que muitas mulheres crescidas não conseguiriam: Desviar-lhe a atenção do seu trabalho. E seu trabalho não era fácil, Marcelo era Capitão do Batalhão de Operações Especiais da PM do Rio. E naquele momento estava de pé ao lado do famoso “caveirão”, a viatura do BOPE, dando cobertura à uma outra viatura que havia subido o morro, e tentando disfarçar os olhares para a menina do outro lado da rua.
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“Ai meu deus” pensava Luiza, a bela garota de olhos azuis e cabelos negros. “Eu acho que ele quer olhar para mim” “E onde está aquele pessoal que não chega?!” se questionava ela mentalmente. Luiza mal tinha chego na Lapa para encontrar seus amigos e dado de cara com os homens de farda preta que ela tanto vira nas telas do cinema. Capitão Marcelo era seu vizinho, apesar de nunca ter falado com ela, e ela raramente o via em casa. Sempre sentira uma atração louca por ele, e se insinuava sempre que podia, andando de camisola transparente perto da janela do quarto, pegando sol na piscina top less, coisas de ninfeta, sim, mas precisava desesperadamente que ele a notasse. Pela primeira vez o encontrava de serviço e longe de casa. Agora ela estava sentada do outro lado da calçada, olhando de relance para esse homem em específico.
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- Ta vidrado hein, Marcelão! – Brincou o outro homem de farda preta. Marcelo riu sério. “Pior é que é verdade...” pensou ele. – Vai lá cara! – continuou brincando o amigo.
- Sabe que não posso né, Raul! Além do que a menina é minha vizinha e eu nunca falei com ela... Ela deve achar que sou um mal educado! – Respondeu Marcelo, na brincadeira, mas no fundo queria fazer o que o amigo dissera.
- Agora é sério cara... – Continuou Raul, - Eu sei que tu tem mó neura com mulher, num é qualquer uma que mexe contigo, camarada. Tu é muito cabeça-dura! Agora essa aí desviou tua atenção legal pow! Também né, mó gostosa! – Jogou o amigo. Marcelo fechou a cara. Sabia que aquela garota não era só isso. Alguma coisa nela era diferente. Os colegas de Marcelo falavam que ele não gostava de mulher só porque ele não pegava qualquer uma, principalmente com aquela farda preta.
Não, na verdade ele achava que uma mulher é mais que um corpão. Precisava ser algo a mais sim, alguma coisa que Marcelo não sabia bem explicar o que. Só sabia que aquela garota que ele nem sabia o nome, parada do outro lado da rua tinha esse “quê”.
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Luiza do outro lado da rua acompanhava a conversa dos homens. Viu-os rindo, provavelmente mencionando-a. No fundo ela gostava disso, mas a deixava um pouco nervosa. As vezes o desejo era tanto que ela não sabia como agir, se devia ser mais ousada, se devia fazer o tipo tímida, mas no final ela era sempre ela mesma. E o que ela não sabia é que era esse jeito meio lolita de ser que tanto encantava Marcelo. E ele estava olhando para ela no momento que Luiza tomou a decisão que marcaria para sempre aquela noite. Uma decisão muitissimo ousada, até para ela que surpreendia em sua ousadia. Por acaso, ela olhou para a chave do seu carro e teve uma idéia em como se aproximar dele.
Deu um sorrisinho, e sem querer, olhou para ele na mesma hora que ele estava olhando-a. O homem sorriu de volta, fazendo Luiza ruborizar.
A menina se levantou devagar, virou as costas para os policiais, rezando para que eles não fossem embora e andou até o estacionamento, uns 300 metros dali. Parou alguns instantes, minutos na verdade, aproveitou para verificar se estava tudo em ordem com seu cabelo, e voltou com uma improvisada feição de desespero e preocupação. Marcelo a viu voltando daquele jeito e ficou um pouco intrigado. Luiza olhou para um lado e para o outro, como que procurando ajuda, e seu olhar se encontrou com o do homem fardado. Respirou fundo, e com as pernas bambas e o coração na garganta foi falar com ele.
- Por favor... – Disse a garota, nervosa, - Você não me conhece, mas sou sua vizinha... Fui até o estacionamento agora e...meu carro, acho que foi roubado.
Marcelo parou um instante. Não sabia o que interpretar. Seu coração deu uma leve acelerada ao sentir o perfume de baunilha que a menina emanava e por alguns segundos sua voz tremeu.
- Eh... Boa noite, qual o nome da Senhorita?
- Luiza – Respondeu ela, tentando se controlar e interpretar direito.
- Bem,... Luiza,... onde deixou seu carro pela ultima vez? Era estacionamento regularizado?
- Não sei, acho que não... Como é o seu nome, desculpe..?
- Capitão Marcelo Vasconcellos. – O homem de farda preta, ao pronunciar seu título, relembrou seu posto e retomou a postura de trabalho. – Senhora Luiza, terei de encaminhá-la à delegacia mais próxima da área onde seu carro foi roubado. Foi nesta área mesmo? – Falou ele.
“Droga” pensou Luiza. “Não quero ir para delegacia nenhuma.” – Mas mal sabia ela que iria mudar de idéia se soubesse o que a esperava.
- Sim, foi nesta área – Respondeu ela, respirando fundo e jogando charme. Ela começou a andar, esperando que ele a seguisse, e ela pudesse falar de forma mais privativa. Eles andaram alguns metros, se distanciando da viatura, e ela continuou – Mas na verdade, capitão, não aconteceu roubo nenhum – continuou a menina, com um sorriso malicioso nos lábios e as mãos suando de nervoso, o coração pulsando forte no peito. Marcelo também voltou a baixar a “guarda” e se deixou envolver . Sabia que no fundo estava tudo bem, mas ainda perguntou:
- Tem certeza que esta tudo bem? Não gostaria que eu fosse verificar seu carro? – O homem deixou escapar um sorriso meio nervoso, meio safado. Luiza tremeu e gaguejou.
- Er... Bem... – Respirou fundo – Se o Senhor acha necessário, meu carro foi estacionado alí. – Apontou ela. Ele fez que “sim” com a cabeça e esperou ela andar. Marcelo sabia que a operação de hoje já tinha saído conforme o esperando, e que estava apenas alí caso os homens precisassem de reforço, o que não seria o caso, então relaxou um pouco.
Ela começou a caminhar, com o homem dando passos fortes atrás dela. Ambos em um silêncio muito tenso, ansiando pelo o que estaria por vir, e com os corpos latejando de desejo. Chegaram até o estacionamento deserto e ela levou-o até seu carro. Estava escuro e ele tinha certeza que ninguém os veria. Ambos se olharam nos olhos e respiraram fortemente.
- Você estava me olhando, não estava? – Perguntou Luiza, sussurrando.
- Talvez. – Respondeu ele, chegando perto dela, misterioso. – E se eu estivesse? – Perguntou ele baixinho, e chegando ainda mais perto dela. Luiza congelou, ou derreteu, ou os dois ao mesmo tempo. Marcelo olhou-a profundamente nos olhos e pousou sua mão na fina cintura dela.
Luiza piscou, e encarou-o de volta, chegando mais perto, suas bocas quase se tocando. Ela sentia a respiração dele em sua face e passou a língua umedecendo suavemente os lábios. Ele sorriu e mordeu seus próprios lábios.
- E então, qual é o seu carro? – Perguntou murmurando ao pé do ouvido dela. Ela estremeceu.
- Esse aqui – Respondeu, puxando ele para sí, encostando-se no carro e encostando-o nela. Marcelo sorriu, e empinou o nariz.
- Abre o carro e entra– Falou ele, autoritário, fazendo-a incendiar. Será que ele pretendia leva-la a algum lugar? Ela abriu o carro e ele pegou-lhe as chaves. Ela entrou do lado do carona. Uma tensão sexual pairava no ar e ambos permaneciam em silêncio novamente. Ele deu partida no carro e levou-a em direção à Laranjeiras, passando por becos escuros e ruas escondidas. Logo estaria levando-a pelos caminhos do desejo e os becos do prazer.
Chegaram a um local escuro que aparentava ser o batalhão das Operações Especiais pela sua fachada negra. Saíram do carro e encaminharam-se ao portão de entrada.
Marcelo tirou as chaves do bolso e abriu. Logo estavam em uma sala de treinamento de tiros, que com certeza ninguém usaria naquela noite. O celular de Marcelo tocou, era o seu amigo Raul o ligando para saber onde estava. A ultima coisa que seu amigo vira foi Marcelo saindo com a garota verificar o roubo. Mas ninguém ia perturbá-los. Marcelo desligou o celular. Por sorte o batalhão estava deserto.
Ao fechar a porta da sala Marcelo encarou Luiza com um olhar penetrantemente. Ele sentia o desejo correr-lhe nas veias. Queria arrancar o curto vestido dela com os dentes.
Chegou perto dela, e a menina deu um passo para trás, insinuando que ele devia caçá-la, sorrindo com malícia. Ele sorriu de volta.
- Bem, eu acho que nesse jogo eu ganho. – Disse ele, puxando-a pelo braço com certa brutalidade e encostando-a em uma mesa. Ela perdeu o fôlego, mas não perdeu a altura do olhar. Soltou-se delicadamente de sua mão forte e sentou na mesa, cruzando as pernas de forma sexy.
- Isso não é questão de ganhar ou perder – Respondeu ela, murmurando. – Somos apenas eu e você.
Marcelo aproximou-se dela novamente, tirando-a de cima da mesa e a colocando de pé no chão.
- Neste caso... – Sussurrou, encostando seus lábios nos dela, em um beijo caliente, causando tontura na menina. Ele sentiu que ela bambeou e segurou-a pela cintura e pelo pescoço. Suas mãos percorriam o corpo dela e sua língua quente e macia percorria-lhe a boca. Marcelo desceu os lábios até o pescoço dela, causando-a ligeiros arrepios. Ambos respiravam rápido.
O homem segurou com mais força, enquanto percebeu que Luiza desabotava-lhe a calça lentamente, torturando-o até deixar a mostra todo o seu desejo. Encararam-se mais uma vez e Marcelo deitou-a na mesa por completo. Seu vestido solto deixou a mostra toda sua coxa e parte da sua calcinha. Marcelo esticou uma das pernas dela e começou beijando-lhe os pés. Dava vários selinhos subindo perna acima, passando pelo joelho, depois a coxa. Passou a beijar a parte de dentro da coxa dela mais lentamente, enquanto segurava-a com uma das mãos no quadril e outra logo abaixo do joelho. Luiza ofegava e Marcelo passou por um instante, a beijar as partes mais intimas, mesmo por cima da calcinha, porém logo voltou a seguir seu caminho quadril acima, torturando-a. Foi levantando seu vestido, deixando-a parcialmente nua.Estar com um homem homem fardado numa sala de tiros, era a fantasia mais louca de Luiza, mais do que ela sonhara...
Marcelo beijava seus seios como quem beijava-lhe a boca. As vezes mordiscava-lhe os mamilos, outras brincava com a língua, ou ainda sugava-os intensamente.
- Seus seios são lindos... – Falou ele entre um beijo e outro. Quando terminou com “eles”, Marcelo beijou a boca dela novamente, suas salivas se misturando com seus suores que cheiravam a paixão. Os dedos dele, então, “escorregaram” para entre as pernas de Luiza, afastando sua calcinha e adentrando sua intimidade, fazendo a garota gemer baixinho.
Marcelo tinha nos dedos a mesma habilidade que possuía com suas armas, tocando-a exatamente onde ela queria ser tocada. Luiza soltava gemidos cada vez mais altos e intensos e mal percebeu enquanto Marcelo tirava sua calcinha. Logo ele estava substituindo os dedos pela língua, arrancando pequenos gritos e respirações ofegantes da menina. Ele sentia Luiza como um labirinto de sabores que o fazia querer continuar, mais e mais, até o momento em que o êxtase dela veio, como uma forte onda de sensações. Luiza se contraia e curvava o corpo enquanto Marcelo continuava, até o momento em que ela estava totalmente relaxada.
Ela se encontrava entorpecida e ele acariciava seu rosto, sorrindo. Ela olhou-o nos olhos após alguns instantes e puxou-o para perto de sí, beijando-o com desejo. Seu corpo em contato com o dele produzia fagulhas elétricas e ondas de calor. Com suas mãos delicadas, tocou seu membro rijo, fazendo-o arfar e se enconlher. Precisava senti-lo dentro de si. Marcelo, percebendo a paixão latente no doce corpo de Luiza despiu-se, deitando-se sobre ela, sentindo sua pele suave e perfumada. Luiza beijou seu pescoço com voracidade, arrancando-lhe um gemido rouco. Marcelo segurou a mão da menina com uma delicadeza bruta, enquanto com a outra mão afastava-lhe a perna, e olhando-a nos olhos, penetrou-a, ficando mais próximo quanto duas pessoas podem ficar. A respiração dos dois se fundia e seus próprios corpos se tornavam um só, em um bailado de paixão e desejo, até que eles mesmos se confundissem um com o outro. Nada seria mais marcante do que aquele momento. Nunca, nada seria mais intenso. Não importava como seria o depois, eles se desejavam ardentemente, e estavam se consumindo naquele sentimento, louco, forte, delicioso. Estavam inebriados um pelo outro, e assim permaneceriam, vivendo essa paixão.
FIM
Sorry I ve been away for a while..! I was having some personal issues, but now I've got myself a photografer and I can sense some more sets coming up!!
I've been taking piano classes and doing compositions.. I've been also writing some erotic songs...
For my Brazilian friends I'll post one here!!
And two pretty instagram pics also!


B.O.P.E
(*NA: Os personagens presentes nesse texto são fictícios, porém inspirados em pessoas que eu conheci. Texto escrito à pedidos de uma amiga, que tinha fantasias eróticos com esses homens de farda. Não liguem para a simplicidade do texto, é um daqueles casos que a escrita rebuscada estragaria o 'clima')
Marcelo sabia que estava à trabalho. Nada poderia fazer. Ou melhor, nada deveria fazer. Mas aquela menina tirava-o de si. Sim, apenas uma menina conseguiu fazer o que muitas mulheres crescidas não conseguiriam: Desviar-lhe a atenção do seu trabalho. E seu trabalho não era fácil, Marcelo era Capitão do Batalhão de Operações Especiais da PM do Rio. E naquele momento estava de pé ao lado do famoso “caveirão”, a viatura do BOPE, dando cobertura à uma outra viatura que havia subido o morro, e tentando disfarçar os olhares para a menina do outro lado da rua.
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“Ai meu deus” pensava Luiza, a bela garota de olhos azuis e cabelos negros. “Eu acho que ele quer olhar para mim” “E onde está aquele pessoal que não chega?!” se questionava ela mentalmente. Luiza mal tinha chego na Lapa para encontrar seus amigos e dado de cara com os homens de farda preta que ela tanto vira nas telas do cinema. Capitão Marcelo era seu vizinho, apesar de nunca ter falado com ela, e ela raramente o via em casa. Sempre sentira uma atração louca por ele, e se insinuava sempre que podia, andando de camisola transparente perto da janela do quarto, pegando sol na piscina top less, coisas de ninfeta, sim, mas precisava desesperadamente que ele a notasse. Pela primeira vez o encontrava de serviço e longe de casa. Agora ela estava sentada do outro lado da calçada, olhando de relance para esse homem em específico.
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- Ta vidrado hein, Marcelão! – Brincou o outro homem de farda preta. Marcelo riu sério. “Pior é que é verdade...” pensou ele. – Vai lá cara! – continuou brincando o amigo.
- Sabe que não posso né, Raul! Além do que a menina é minha vizinha e eu nunca falei com ela... Ela deve achar que sou um mal educado! – Respondeu Marcelo, na brincadeira, mas no fundo queria fazer o que o amigo dissera.
- Agora é sério cara... – Continuou Raul, - Eu sei que tu tem mó neura com mulher, num é qualquer uma que mexe contigo, camarada. Tu é muito cabeça-dura! Agora essa aí desviou tua atenção legal pow! Também né, mó gostosa! – Jogou o amigo. Marcelo fechou a cara. Sabia que aquela garota não era só isso. Alguma coisa nela era diferente. Os colegas de Marcelo falavam que ele não gostava de mulher só porque ele não pegava qualquer uma, principalmente com aquela farda preta.
Não, na verdade ele achava que uma mulher é mais que um corpão. Precisava ser algo a mais sim, alguma coisa que Marcelo não sabia bem explicar o que. Só sabia que aquela garota que ele nem sabia o nome, parada do outro lado da rua tinha esse “quê”.
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Luiza do outro lado da rua acompanhava a conversa dos homens. Viu-os rindo, provavelmente mencionando-a. No fundo ela gostava disso, mas a deixava um pouco nervosa. As vezes o desejo era tanto que ela não sabia como agir, se devia ser mais ousada, se devia fazer o tipo tímida, mas no final ela era sempre ela mesma. E o que ela não sabia é que era esse jeito meio lolita de ser que tanto encantava Marcelo. E ele estava olhando para ela no momento que Luiza tomou a decisão que marcaria para sempre aquela noite. Uma decisão muitissimo ousada, até para ela que surpreendia em sua ousadia. Por acaso, ela olhou para a chave do seu carro e teve uma idéia em como se aproximar dele.
Deu um sorrisinho, e sem querer, olhou para ele na mesma hora que ele estava olhando-a. O homem sorriu de volta, fazendo Luiza ruborizar.
A menina se levantou devagar, virou as costas para os policiais, rezando para que eles não fossem embora e andou até o estacionamento, uns 300 metros dali. Parou alguns instantes, minutos na verdade, aproveitou para verificar se estava tudo em ordem com seu cabelo, e voltou com uma improvisada feição de desespero e preocupação. Marcelo a viu voltando daquele jeito e ficou um pouco intrigado. Luiza olhou para um lado e para o outro, como que procurando ajuda, e seu olhar se encontrou com o do homem fardado. Respirou fundo, e com as pernas bambas e o coração na garganta foi falar com ele.
- Por favor... – Disse a garota, nervosa, - Você não me conhece, mas sou sua vizinha... Fui até o estacionamento agora e...meu carro, acho que foi roubado.
Marcelo parou um instante. Não sabia o que interpretar. Seu coração deu uma leve acelerada ao sentir o perfume de baunilha que a menina emanava e por alguns segundos sua voz tremeu.
- Eh... Boa noite, qual o nome da Senhorita?
- Luiza – Respondeu ela, tentando se controlar e interpretar direito.
- Bem,... Luiza,... onde deixou seu carro pela ultima vez? Era estacionamento regularizado?
- Não sei, acho que não... Como é o seu nome, desculpe..?
- Capitão Marcelo Vasconcellos. – O homem de farda preta, ao pronunciar seu título, relembrou seu posto e retomou a postura de trabalho. – Senhora Luiza, terei de encaminhá-la à delegacia mais próxima da área onde seu carro foi roubado. Foi nesta área mesmo? – Falou ele.
“Droga” pensou Luiza. “Não quero ir para delegacia nenhuma.” – Mas mal sabia ela que iria mudar de idéia se soubesse o que a esperava.
- Sim, foi nesta área – Respondeu ela, respirando fundo e jogando charme. Ela começou a andar, esperando que ele a seguisse, e ela pudesse falar de forma mais privativa. Eles andaram alguns metros, se distanciando da viatura, e ela continuou – Mas na verdade, capitão, não aconteceu roubo nenhum – continuou a menina, com um sorriso malicioso nos lábios e as mãos suando de nervoso, o coração pulsando forte no peito. Marcelo também voltou a baixar a “guarda” e se deixou envolver . Sabia que no fundo estava tudo bem, mas ainda perguntou:
- Tem certeza que esta tudo bem? Não gostaria que eu fosse verificar seu carro? – O homem deixou escapar um sorriso meio nervoso, meio safado. Luiza tremeu e gaguejou.
- Er... Bem... – Respirou fundo – Se o Senhor acha necessário, meu carro foi estacionado alí. – Apontou ela. Ele fez que “sim” com a cabeça e esperou ela andar. Marcelo sabia que a operação de hoje já tinha saído conforme o esperando, e que estava apenas alí caso os homens precisassem de reforço, o que não seria o caso, então relaxou um pouco.
Ela começou a caminhar, com o homem dando passos fortes atrás dela. Ambos em um silêncio muito tenso, ansiando pelo o que estaria por vir, e com os corpos latejando de desejo. Chegaram até o estacionamento deserto e ela levou-o até seu carro. Estava escuro e ele tinha certeza que ninguém os veria. Ambos se olharam nos olhos e respiraram fortemente.
- Você estava me olhando, não estava? – Perguntou Luiza, sussurrando.
- Talvez. – Respondeu ele, chegando perto dela, misterioso. – E se eu estivesse? – Perguntou ele baixinho, e chegando ainda mais perto dela. Luiza congelou, ou derreteu, ou os dois ao mesmo tempo. Marcelo olhou-a profundamente nos olhos e pousou sua mão na fina cintura dela.
Luiza piscou, e encarou-o de volta, chegando mais perto, suas bocas quase se tocando. Ela sentia a respiração dele em sua face e passou a língua umedecendo suavemente os lábios. Ele sorriu e mordeu seus próprios lábios.
- E então, qual é o seu carro? – Perguntou murmurando ao pé do ouvido dela. Ela estremeceu.
- Esse aqui – Respondeu, puxando ele para sí, encostando-se no carro e encostando-o nela. Marcelo sorriu, e empinou o nariz.
- Abre o carro e entra– Falou ele, autoritário, fazendo-a incendiar. Será que ele pretendia leva-la a algum lugar? Ela abriu o carro e ele pegou-lhe as chaves. Ela entrou do lado do carona. Uma tensão sexual pairava no ar e ambos permaneciam em silêncio novamente. Ele deu partida no carro e levou-a em direção à Laranjeiras, passando por becos escuros e ruas escondidas. Logo estaria levando-a pelos caminhos do desejo e os becos do prazer.
Chegaram a um local escuro que aparentava ser o batalhão das Operações Especiais pela sua fachada negra. Saíram do carro e encaminharam-se ao portão de entrada.
Marcelo tirou as chaves do bolso e abriu. Logo estavam em uma sala de treinamento de tiros, que com certeza ninguém usaria naquela noite. O celular de Marcelo tocou, era o seu amigo Raul o ligando para saber onde estava. A ultima coisa que seu amigo vira foi Marcelo saindo com a garota verificar o roubo. Mas ninguém ia perturbá-los. Marcelo desligou o celular. Por sorte o batalhão estava deserto.
Ao fechar a porta da sala Marcelo encarou Luiza com um olhar penetrantemente. Ele sentia o desejo correr-lhe nas veias. Queria arrancar o curto vestido dela com os dentes.
Chegou perto dela, e a menina deu um passo para trás, insinuando que ele devia caçá-la, sorrindo com malícia. Ele sorriu de volta.
- Bem, eu acho que nesse jogo eu ganho. – Disse ele, puxando-a pelo braço com certa brutalidade e encostando-a em uma mesa. Ela perdeu o fôlego, mas não perdeu a altura do olhar. Soltou-se delicadamente de sua mão forte e sentou na mesa, cruzando as pernas de forma sexy.
- Isso não é questão de ganhar ou perder – Respondeu ela, murmurando. – Somos apenas eu e você.
Marcelo aproximou-se dela novamente, tirando-a de cima da mesa e a colocando de pé no chão.
- Neste caso... – Sussurrou, encostando seus lábios nos dela, em um beijo caliente, causando tontura na menina. Ele sentiu que ela bambeou e segurou-a pela cintura e pelo pescoço. Suas mãos percorriam o corpo dela e sua língua quente e macia percorria-lhe a boca. Marcelo desceu os lábios até o pescoço dela, causando-a ligeiros arrepios. Ambos respiravam rápido.
O homem segurou com mais força, enquanto percebeu que Luiza desabotava-lhe a calça lentamente, torturando-o até deixar a mostra todo o seu desejo. Encararam-se mais uma vez e Marcelo deitou-a na mesa por completo. Seu vestido solto deixou a mostra toda sua coxa e parte da sua calcinha. Marcelo esticou uma das pernas dela e começou beijando-lhe os pés. Dava vários selinhos subindo perna acima, passando pelo joelho, depois a coxa. Passou a beijar a parte de dentro da coxa dela mais lentamente, enquanto segurava-a com uma das mãos no quadril e outra logo abaixo do joelho. Luiza ofegava e Marcelo passou por um instante, a beijar as partes mais intimas, mesmo por cima da calcinha, porém logo voltou a seguir seu caminho quadril acima, torturando-a. Foi levantando seu vestido, deixando-a parcialmente nua.Estar com um homem homem fardado numa sala de tiros, era a fantasia mais louca de Luiza, mais do que ela sonhara...
Marcelo beijava seus seios como quem beijava-lhe a boca. As vezes mordiscava-lhe os mamilos, outras brincava com a língua, ou ainda sugava-os intensamente.
- Seus seios são lindos... – Falou ele entre um beijo e outro. Quando terminou com “eles”, Marcelo beijou a boca dela novamente, suas salivas se misturando com seus suores que cheiravam a paixão. Os dedos dele, então, “escorregaram” para entre as pernas de Luiza, afastando sua calcinha e adentrando sua intimidade, fazendo a garota gemer baixinho.
Marcelo tinha nos dedos a mesma habilidade que possuía com suas armas, tocando-a exatamente onde ela queria ser tocada. Luiza soltava gemidos cada vez mais altos e intensos e mal percebeu enquanto Marcelo tirava sua calcinha. Logo ele estava substituindo os dedos pela língua, arrancando pequenos gritos e respirações ofegantes da menina. Ele sentia Luiza como um labirinto de sabores que o fazia querer continuar, mais e mais, até o momento em que o êxtase dela veio, como uma forte onda de sensações. Luiza se contraia e curvava o corpo enquanto Marcelo continuava, até o momento em que ela estava totalmente relaxada.
Ela se encontrava entorpecida e ele acariciava seu rosto, sorrindo. Ela olhou-o nos olhos após alguns instantes e puxou-o para perto de sí, beijando-o com desejo. Seu corpo em contato com o dele produzia fagulhas elétricas e ondas de calor. Com suas mãos delicadas, tocou seu membro rijo, fazendo-o arfar e se enconlher. Precisava senti-lo dentro de si. Marcelo, percebendo a paixão latente no doce corpo de Luiza despiu-se, deitando-se sobre ela, sentindo sua pele suave e perfumada. Luiza beijou seu pescoço com voracidade, arrancando-lhe um gemido rouco. Marcelo segurou a mão da menina com uma delicadeza bruta, enquanto com a outra mão afastava-lhe a perna, e olhando-a nos olhos, penetrou-a, ficando mais próximo quanto duas pessoas podem ficar. A respiração dos dois se fundia e seus próprios corpos se tornavam um só, em um bailado de paixão e desejo, até que eles mesmos se confundissem um com o outro. Nada seria mais marcante do que aquele momento. Nunca, nada seria mais intenso. Não importava como seria o depois, eles se desejavam ardentemente, e estavam se consumindo naquele sentimento, louco, forte, delicioso. Estavam inebriados um pelo outro, e assim permaneceriam, vivendo essa paixão.
FIM
Soo.. Sorry for the long time away!!!
I was without internet at home, and I cant always use it at work.. Dont be mad at me if I didnt answered your comments, I will get to it soon enough!
I was a little disappointed with my set results, but I guess that for the first set it is very good! Actually, the comments were awesome, you guys are amazing! I had some lovely responses, but only 87% loved it...
I'm getting into the SG kinda pictures feeling tho.. I'll be making a new set soon enough, and I'm pretty sure I'll rock it!
So.. my new theme... What do you think of Wedding dress?
Here some pics for you to get ready for me..!




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